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Diferenças entre Consultoria de Recolocação Profissional, Outplacement e Headhunting
No mercado de recolocação, saiba diferenciar o joio do trigo
No amplo mercado de serviços em recursos humanos é bastante freqüente a existência de empresas que se propõem a oferecer assessoria com o objetivo de auxiliar profissionais, executivos ou não, na busca de uma recolocação no competitivo mercado de trabalho. Volta e meia, pela internet ou através da mídia em geral, vemos o surgimento de novas empresas oferecendo esses serviços. Porém, não obstante os já numerosos alertas publicados pela imprensa em geral, escrita e falada, muitas pessoas, movidas pela inocência e, principalmente, pelo desespero de conseguir um emprego de forma fácil e rápida, acabam ludibriadas por pseudo-consultores que se aproveitam dos sonhos e da fragilidade de pessoas de bem para vender-lhes aquilo que jamais irão entregar. Antes de tudo, é preciso que se diga que o mercado de recolocação profissional (pessoa-física) ou Outplacement - como é conhecido quando oferecido no modelo empresarial/corporativo - é uma atividade lícita, complexa e muito necessária, possuindo grande demanda de serviços, justamente porque cada vez mais pessoas necessitam de apoio e orientação especializados para que possam enfrentar, com diferenciação, os processos de seleção das empresas - esses cada vez mais exigentes. Contudo, o simples exercício da atividade, exige a atuação de Consultores com “C” maiúsculo, munidos da experiência e competência necessárias para que possam, de fato, ajudar quem necessita de orientação. Portanto, em se tratando de atividade lícita e necessária, estamos falando, na verdade, de um problema ético, ou seja: pessoas irresponsáveis trabalhando em empresas duvidosas, cuja missão parece ser uma só: enganar as pessoas. Isso é um caso de polícia e precisa acabar. Na condição de Consultor de Outplacement, a única maneira que vejo para contribuir para o fim desse tipo de “crime”, é procurar esclarecer e divulgar as boas-práticas da atividade, alertando e conscientizando um maior número de pessoas para que, caso encontrem alguma empresa desonesta pela frente, sejam capazes de identificar e separar o joio do trigo, evitando desgastes desnecessários, pois já bastam as preocupações normais de quem busca uma recolocação. A seguir, apresento alguns conceitos, práticas e reflexões gerais com esse objetivo. Com isso, creio, só será enganado quem realmente quiser.
Diferenças entre Consultoria de Recolocação Profissional, Outplacement e Headhunting Recolocação profissional é uma denominação que, em geral, caracteriza a atividade de consultoria que objetiva oferecer apoio e orientação para facilitar o processo de recolocação profissional no mercado de trabalho. Como pessoa-física, você contrata esses serviços e arca totalmente com os seus custos, estando empregado ou não. Já a consultoria de outplacement, indica que a empresa que demite o profissional deseja auxiliá-lo em sua busca de uma nova recolocação. Para tanto, a empresa demissora contrata os serviços de uma consultoria e, nesse caso, os custos são todos da empresa, você não paga nada. Em ambos os casos, cuidado. Escolha bem a empresa que irá ajudá-lo. O headhunter – também conhecido como caça-talentos – é um consultor cujo trabalho se resume em recrutar e selecionar, no mercado, profissionais para uma determinada empresa que contratou os seus serviços, segundo um conjunto de características – perfil do cargo – determinado pela organização contratante. É o outro lado da mesa. Nesse caso, um headhunter poderá perfeitamente buscar o profissional que necessita em alguma empresa de recolocação ou outplacement.
Em que consistem os serviços de recolocação profissional e/ou outplacement? Em geral, para ambos os casos, as boas consultorias devem oferecer apoio e orientação de bom nível em duas frentes: análise e revisão da carreira profissional (coaching) e auxílio no planejamento das estratégias para a melhor divulgação no mercado. Obviamente, que outras práticas também são muito necessárias, como elaboração de um material curricular diferenciado, orientação para participação em processos de seleção e um acompanhamento “de perto”, através de um trabalho individual, que mostre interesse e empatia pelo cliente.
Qual o perfil de um bom Consultor de Outplacement ou Recolocação Profissional? Ele deve ser alguém com experiência anterior de trabalho com pessoas; alguém oriundo da área de recursos humanos, por exemplo, que conheça carreira profissional em diversos níveis, sobretudo carreira executiva, e esteja habituado a realização de atividades envolvendo aconselhamento de pessoas. Formação superior e cursos de aperfeiçoamento na área são imprescindíveis, além de excelente nível cultural.
Como saber se uma empresa é lícita e confiável? Hoje em dia, uma simples consulta na internet pode ajudar a esclarecer o problema. Digite o nome da empresa num site de busca e leia tudo o que já foi publicado sobre ela. Consultar antigos e atuais clientes também é uma boa prática, além dos órgãos de defesa do consumidor, para ver se não existem muitas reclamações sobre a empresa. Ah, não se esqueça: o seu feeling também é muito importante nessas horas. Não o despreze. Além disso, fique sempre atento para alguns sintomas de empresas e consultores pouco confiáveis. Aqui vão alguns:
  • Desconfie daquelas empresas que exigem a cobrança de uma taxa para que você participe de processos de seleção enquanto candidato. Lembre-se daquilo que dissemos acima: empresas de seleção (headhunting) apenas são remuneradas por outras empresas que contrataram os seus serviços. Nesse caso, o “consultor” com “c” minúsculo, deve estar querendo cobrar nas duas pontas, o que não é ético.
  • Fuja daqueles consultores que prometem tudo rapidamente, bastando assinar um contrato para que você obtenha a vaga ou a possibilidade de participar de alguma entrevista naquela empresa dos seus sonhos, com salário de marajá. Não assine nada na hora. Volte para casa, faça as consultas necessárias. Reflita. Não tenha pressa.
  • Saiba que nenhuma empresa de recolocação tem o poder de abrir vagas em outras empresas, nem indicá-lo de forma diferenciada para que “somente você” seja o escolhido. Cuidado com promessas de entrevistas e a certeza de que “você será recolocado rapidamente, fique tranqüilo”. O mercado não está fácil para ninguém. Não entre nessa.
  • Pergunte tudo sobre a empresa e sobre os consultores que irão atendê-lo. Experiência na área, formação, cursos de desenvolvimento etc.
  • Faça tudo isso e prepare-se para um trabalho duro, pois outra característica de uma boa empresa de recolocação é justamente fazer com que seu cliente seja o grande mentor do seu próprio sucesso, trabalhando com foco, seriedade e determinação.
Diferenças entre Consultoria de Recolocação Profissional, Outplacement e Headhunting
September 15, 2017
GESTÃO DE MUDANÇA - Processos de mudanças. Por quantos você já passou na sua vida pessoal e profissional? Você já parou para pensar se nestes processos você foi conduzido ou conduziu? Foi ator e atriz principal ou coadjuvante? Você foi flexível ou sofreu demais com as incertezas? >>>>>> Passei por um processo de mudança há exatamente um ano atrás. Trabalhava em uma grande corporação que estaria encerrando suas atividades na região. A decisão da companhia estava tomada! E eu, pensei, o que fazer? Que decisão tomar dentre as alternativas que possuía? >>> Pertencia a um grupo multifuncional para gerir esta mudança, foram meses e meses elaborando e colocando em prática estratégias e ações para o encerramento das atividades desta fábrica e ao mesmo tempo tentando descobrir o que eu faria comigo mesma! >>> Neste processo comecei a fazer distinção entre a palavra mudar e evoluir. Mudar é muito drástico e brusco e na verdade as pessoas não têm medo das mudanças, mas sim de serem mudadas! Também comecei entender melhor o significado da palavra evoluir, não só como um termo técnico como estava acostumada (Teoria da Evolução das Espécies de Darwin), mas também de uma forma comportamental e como um conjunto de atitudes. Vejo que evolução é uma transformação lenta e suave, é um progresso sucessivo, é uma sensação de melhorar gradativamente, são movimentos harmônicos destinados a efetuar novos arranjos tanto na nossa vida pessoal quanto profissional e não sugere que algo estava errado e que, portanto precisa ser mudado. Foi neste processo de mudança que evoluí na minha carreira profissional após vivências em áreas técnicas comecei a atuar na área comportamental voltada diretamente para pessoas. Agora um ano depois de um grande aprendizado e desenvolvimento pessoal sou eu quem é chamada para preparar e capacitar as pessoas em seus processos evolutivos, a fazê-las passar de um estado emocional para outro, a rever suas atitudes, entender seus sentimentos e compreender suas ações. Se estou mais experiente? Segura? Se eu sei a receita certa para conduzir estas evoluções? Não, apenas tento atuar de maneira que as pessoas tirem proveito destas situações de incerteza e que aumentem seu poder de escolha. Assim a cada trabalho eu também evoluo, pois cada treinamento é uma grande troca de experiências. As mudanças, ou melhor, as evoluções, como estou preferindo chamar, estão ocorrendo a todo momento, então procure tirar proveito delas tendo em mente o foco principal que você estabeleceu para sua vida.
Gestão de Mudança
September 17, 2017
CARREIRA SEM PRAZO DE VALIDADE -  Com os avanços recentes da ciência e tecnologia e uma maior conscientização das pessoas sobre temas ligados a saúde, bem estar geral e social, se verificou um aumento substancial da expectativa de vida, agora o desafio é aumentar a expectativa ou rever e reinventar nossa vida profissional na maturidade. Conforme pesquisa realizada pelo Grupo Catho verificou-se que em 1997 os executivos com mais de 41 anos de idade representavam 56,7 % do total e em 2001 este percentual passou para 15,2 % do total, ou seja, uma redução de 41,5% em apenas 4 anos. Se pensarmos nisto como uma tendência , podemos ver que temos um sério problema de cunho social e profissional que afeta a todos nós imediatamente ou num futuro próximo. Parte desta mudança de perfil gerencial se deve as evoluções que a economia e o mercado de trabalho sofreram (com o efeito de vários fatores como: economia digital, tecnologia da informação, globalização, fusões e aquisições), aonde profissionais jovens e com excelente formação e conhecimentos de tecnologia tomaram a dianteira nas organizações neste momento delicado de transição para um novo modelo de negócios e trabalho. O que poderia ser encarado como um processo evolutivo normal, entretanto com um efeito mais preocupante o qual é a total exclusão de profissionais também exemplares, porém com mais de 40 anos, e que já demonstraram seu valor por várias vezes ao longo de inúmeras décadas e de crises da economia e do mercado de trabalho. O mercado de trabalho no passado poderia ainda ter uma certa restrição aos profissionais acima de 40 anos, pois nas décadas de 70 e 80 as pessoas não tinham uma grande consciência sobre a própria saúde e às vezes as pessoas nesta idade já apresentavam problemas de saúde,exaustão e redução da capacidade de trabalho. Porém atualmente as pessoas estão muito atentas à saúde e qualidade de vida e temos muitas pessoas acima de 40 anos que estão totalmente em forma sob os âmbitos: familiar, acadêmico, maturidade pessoal e profissional. Eu mesmo, um executivo de 35 anos com boa formação e experiência, me surpreendi recentemente quando ao trabalhar com um executivo de 46 anos vi que tinha muito que aprender com ele e que o ritmo de trabalho e grau de inovação dele em nada ficavam devendo para mim (um profissional 11 anos mais novo). Justamente neste momento percebi o quanto empresas e profissionais estão perdendo em termos de compartilhar experiência acumulada, inovação, valores éticos e tantas outras possibilidades que em muito iriam enriquecer a vida e a carreira de todos os envolvidos. Devemos nos lembrar que os profissionais jovens com uma boa formação acadêmica têm muita informação, porém o conhecimento é ter experiência e saber usar as informações (e experiência é um item que apenas vem com o tempo e que os profissionais mais maduros a possuem). O mercado de trabalho é muito grande e há áreas quase que intocadas, entre elas o trabalho de inclusão (Social, Econômica, Profissional...) aonde há muito para ser feito e as pessoas com uma grande experiência profissional e de vida podem efetivamente ajudar o país e o mundo a serem lugares melhores para se viver e se trabalhar. E parte da solução está justamente em nossas mãos, temos que cada um do seu jeito, fazer a diferença e começarmos a mudar esta equação que está apenas subtraindo resultados da economia e da sociedade. Abaixo há algumas dicas que, ao meu ver, poderiam ajudar a acelerar o processo de mudança desta situação grave que estamos vivendo: Se você tem menos de 40 anos: - Reveja seus mapas mentais (a maneira como você interpreta a realidade), pois a realidade mudou e as pessoas com mais de 40 anos estão com uma energia e dinamismo muito grande e quem ignorar isto estará apenas enganando a si mesmo. -Lembre-se: um dia você irá ter mais de 40 anos, portanto a questão é pessoal (não tome uma postura de distanciamento e nem pense que isto não lhe afeta). - Se você for contratar alguém, não se preocupe com a idade, mas sim com o caráter, experiência e potencial do profissional. (seja justo em suas considerações, pois você é quem sairá ganhando). - Não se sinta intimidado por profissionais mais velhos, todos somos no fundo colegas de trabalho e sempre temos algo que aprender uns com os outros. - Procure aconselhamento ou consultoria para a aprender a lidar com subordinados mais maduros que você, e demonstre a eles que você tem interesse em aprender, a se relacionar e resolver eventuais problemas culturais. - Estimule nas suas equipes um clima de troca de experiências e a ter um relacionamento de igualdade entre os seus colaboradores, ajude a mostrar que todos sempre ganham com a diversidade. - Comece a programar sua carreira hoje, pensando no que vai querer ou poder fazer após os 40 ou 50 anos e eventualmente aproveite a oportunidade para desenvolver uma segunda carreira ou uma nova fase da mesma carreira que exerce hoje. (Sempre há oportunidades a serem exploradas). Se você tem mais de 40 anos: - Seja criativo, inove, tente aprender algo com as pessoas mais jovens ao seu redor e também se sinta e faça efetivamente parte do time. - Lembre-se que sua vida pessoal é a sua carreira mais longa e, portanto invista nela, passe mais tempo com sua família, amigos, desenvolva bons relacionamentos e seja feliz também fora do trabalho. - Veja que este pode ser um momento de rever sua carreira pessoal e profissional e pensar no que quer fazer na segunda metade de sua vida (evoluir sua carreira para um nível diferente, ou até mesmo desenvolver uma nova carreira). - Também reveja seus mapas mentais (a maneira como você interpreta a realidade), pois a realidade mudou e você terá com certeza mais um bom tempo pela frente e seria bom sentir-se e se preparar ser pró-ativo e inovador usando a sua experiência acumulada para visualizar e explorar novas oportunidades. - Ajude seus colegas e colaboradores a superar eventuais diferenças culturais e a usufruir um clima de grande troca de experiência e aprendizado mútuo. Boa sorte e sucesso!
CARREIRA SEM PRAZO DE VALIDADE
September 17, 2017
COMO ATINGIR OBJETIVOS -  Imagine o campeão mundial de tiro ao alvo. Alguém que acerta 100 tiros seguidos quase idênticos no mesmo lugar. Um exemplo de foco e concentração. Uma pessoa que literalmente atinge seus objetivos (o alvo) com uma regularidade tão impressionante que chega a ser assustador. Agora imagine esse mesmo campeão vendado. Será que ele acertaria o alvo? E se além de vendá-lo também lhe déssemos duas ou três voltas, só para deixá-lo perdido e meio tonto – quantas vezes será que acertaria o alvo? Provavelmente quase nunca. É justamente por isso que precisamos de metas em nossas vidas. Metas têm o poder de fazer com que nosso cérebro, o computador mais poderoso que existe, coloque todo seu foco em alcançar esse objetivo. Entretanto, uma meta, para ser considerada meta, tem que seguir algumas regras, senão não passa de um simples desejo otimista. Uma fórmula para atingir objetivos Primeiro, uma meta tem que ser colocada no papel. Pode ser uma frase ou uma foto, mas ela tem que ser colocada no papel para que você possa pegá-la e sentir que é real. O mundo está cheio de gente que fala, fala e não faz nada. Depois ela tem que ter um prazo, uma data limite (em inglês se usa a expressão ‘deadline’ – literalmente ‘a linha da morte’). Uma coisa é você dizer que quer emagrecer 5 quilos. Outra coisa é dizer que quer emagrecer 5 quilos em 3 meses. Mesma coisa com resultados financeiros. Uma coisa é dizer que você quer ter economias de R$ 25.000 numa caderneta em caso de emergência. Outra coisa é dizer que vai fazer isso até dezembro de 2004. Veja como colocar uma data limite já começa a fazer com que você se obrigue a pensar nos passos a serem dados. A pergunta que surge naturalmente é “E agora, como é que eu faço isso?”. Mas note também que as respostas também surgem naturalmente, junto com as dificuldades que devem ser superadas. O especialista Zig Ziglar é da opinião que temos que listar as dificuldades que temos em alcançar nossos objetivos, para já começarmos a nos preparar mentalmente para superá-las. Francamente, concordo 100% com ele. A maioria das pessoas desiste justamente por não prever as dificuldades que podem surgir ao definirmos um objetivo a ser alcançado. Logo, o sucesso depende de estarmos preparados para as dificuldades que inevitavelmente surgirão. Baseado nisso você já tem o quarto passo, que é um plano de ação. Em quinto lugar temos que fazer uma lista das pessoas, livros, organizações, etc., que podem nos ajudar a atingir esses objetivos. Você não precisa reinventar a roda quando decidir alcançar uma meta. Provavelmente muitas outras pessoas poderão ter passado pela mesma situação, e um pouco de pesquisa pode fazer com que você descubra algumas informações que eram justamente o que faltava para chegar lá. Finalmente, Ziglar também defende a idéia de que devemos terminar todo esse planejamento com um benefício claro, simples e direto para nós mesmos por termos atingido esse objetivo. Por exemplo, ‘vou perder 5 quilos e pesar ... (o peso que você quer) porque vai melhorar muito minha auto estima e vou ter muito mais prazer de me olhar no espelho’. Ou ‘vou guardar os R$ 25.000 na caderneta pois assim dormirei mais tranqüilo sabendo que, em caso de emergência, terei dinheiro para os gastos necessário’. Este passo final é muito importante porque, como todo bom vendedor sabe, benefícios atraem e vendem muito mais do que características. Para atingir um objetivo precisamos de um bom incentivo – é ele quem vai nos ajudar e motivar a superar as dificuldades. Veja que esta fórmula pode ser aplicada a qualquer tipo de objetivo, seja ele pessoal ou profissional: 1)      ‘Materializar’ o objetivo, colocando-o no papel da forma mais específica possível. 2)      Colocar uma data limite. 3)      Listar as dificuldades. 4)      Montar um plano de ação. 5)      Listar onde e com quem podemos buscar ajuda. 6)      Definir o maior benefício possível ao atingir o objetivo. Pablo Neruda disse que o caminho se faz ao caminhar. Agora você já tem uma fórmula de fazer com que o caminho o leve para onde você quer ir.
COMO ATINGIR OBJETIVOS
September 17, 2017